Estudos dos efeitos da estimulação magnética

Por: Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr)  17/10/2009
Palavras-chave: Terapia, Depressão, Antidepressivo

   Feinsod e colaboradores (1998) parecem ter sido os primeiros a relatar que 10 sessões de estimulação magnética a 1 Hz de frequência, no CPFDL direito melhoraram os escores de depressão em 7 de 14 pacientes deprimidos.Klein e colaboradores (do mesmo grupo de Feinsod, em 1999) randomizaram 71 pacientes deprimidos em regime ambulatorial para receber, por duas semanas, estimulação magnética lenta (ativa ou simulada), sobre o córtex pré-frontal direito com a utilização de uma bobina circular, não focal.   No grupo ativo, 41% dos pacientes responderam com uma diminuição de, pelo menos, 50% nos escores da escala de Hamilton. Apenas 17% dos pacientes com estimulação simulada obtiveram melhora.Outros estudos foram realizados a seguir com frequência lenta no CPFDL direito. O estudo comparativo com 60 pacientes, realizado por Fitzgerald e colaboradores em 2003, utilizando frequências rápida e lenta e comparando com tratamento simulado, encontrou equivalência entre os dois métodos ativos, sendo ambos superiores ao simulado.

Palavras-chave: Antidepressivo, Depressão, EMTr, Estimulação Magnética, Terapia

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