Alpinismo indutrial

Por: Delta vertical / ALPINISMO INDUSTRIAL  23/04/2012
Palavras-chave: Terceirização De Mão De Obra, Pintura Predial, Manutenção Predial

Alpinismo Industrial tem exigência de certificação Alpinismo Industrial tem exigência de certificação O curso de alpinismo industrial tem ganhado muito espaço com o avanço da indústria naval e petrolífera nos últimos anos. O trabalho que era associado à limpeza de fachadas tem uma exigência de segurança e técnica para sua realização. Os padrões de segurança estabelecidos pelas Normas de Regulamentação n°18 são à base do trabalho em altura. Por essa razão grandes empresas, como a Petrobras, exigem de seus alpinistas industriais a certificação específica do setor. O trabalho industrial de acesso por corda foi desenvolvido nos últimos 20 anos pelo IRATA Internacional, a sigla em inglês da Associação Comercial de Alpinismo Industrial. Atualmente o alpinismo é a forma escolhida para o acesso de grande parte do trabalho offshore no setor de petróleo e gás, bem como uma série de projetos em construção e engenharia civil. Na área de segurança industrial as técnicas de alpinismo industrial possibilitam a diminuição no tempo dos trabalhos feitos em altura. Isso gera um aumento de produtividade e diminuição nos custos para as empresas. No Brasil as escolas e empresas seguem as normas do IRATA, a única associação ligada ao trabalho em altura no mundo. “O Brasil não tem uma legislação específica para o trabalho em altura, portanto as empresas seguem as normas do IRATA, que tem empresas associadas em todos os continentes” afirma o coordenador dos cursos da Alpitec, Adriano Peixoto em entrevista à Nicomex Notícias. Através da técnica de Alpinismo, excluísse a necessidade de montagem de andaimes, balancins ou outros procedimentos, o que diminui os riscos na execução do trabalho de manutenção em altura. Algumas escolas no estado Rio de Janeiro oferecem o curso com cinco dias de duração, dentre elas está Alpatec na cidade de Petrópolis, Cesar & Fritsch Offshore em Macaé, além da Stonehenge em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O foco dado pelas escolas está no setor petrolífero, na execução de limpeza pós-obra, pinturas externas e internas, impermeabilizações. Não há pré-requisitos para ingressar no curso de qualificação profissional, mas é necessário que a pessoa não tenha medo de altura e tenha maior idade. Porém para a atuação como alpinista exige-se além do certificado do IRATA - que é válido em 72 países - a qualificação em algum curso técnico, no mínimo. “Com a exigência das empresas pela qualificação profissional para trabalhar é preciso ser um soldador, inspetor de equipamentos e ter a certificação internacional de alpinista”, explica o coordenador Peixoto. A certificação atualmente tem três níveis de atuação. Para mudar de nível é necessário um ano de certificação mais mil horas de experiência, e é necessário fazer um curso de atualização. Fonte: Nicomex Notícias 06/12/09 O curso de alpinismo industrial tem ganhado muito espaço com o avanço da indústria naval e petrolífera nos últimos anos. O trabalho que era associado à limpeza de fachadas tem uma exigência de segurança e técnica para sua realização. Os padrões de segurança estabelecidos pelas Normas de Regulamentação n°18 são à base do trabalho em altura. Por essa razão grandes empresas, como a Petrobras, exigem de seus alpinistas industriais a certificação específica do setor. O trabalho industrial de acesso por corda foi desenvolvido nos últimos 20 anos pelo IRATA Internacional, a sigla em inglês da Associação Comercial de Alpinismo Industrial. Atualmente o alpinismo é a forma escolhida para o acesso de grande parte do trabalho offshore no setor de petróleo e gás, bem como uma série de projetos em construção e engenharia civil. Na área de segurança industrial as técnicas de alpinismo industrial possibilitam a diminuição no tempo dos trabalhos feitos em altura. Isso gera um aumento de produtividade e diminuição nos custos para as empresas. No Brasil as escolas e empresas seguem as normas do IRATA, a única associação ligada ao trabalho em altura no mundo. “O Brasil não tem uma legislação específica para o trabalho em altura, portanto as empresas seguem as normas do IRATA, que tem empresas associadas em todos os continentes” afirma o coordenador dos cursos da Alpitec, Adriano Peixoto em entrevista à Nicomex Notícias. Através da técnica de Alpinismo, excluísse a necessidade de montagem de andaimes, balancins ou outros procedimentos, o que diminui os riscos na execução do trabalho de manutenção em altura. Algumas escolas no estado Rio de Janeiro oferecem o curso com cinco dias de duração, dentre elas está Alpatec na cidade de Petrópolis, Cesar & Fritsch Offshore em Macaé, além da Stonehenge em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O foco dado pelas escolas está no setor petrolífero, na execução de limpeza pós-obra, pinturas externas e internas, impermeabilizações. Não há pré-requisitos para ingressar no curso de qualificação profissional, mas é necessário que a pessoa não tenha medo de altura e tenha maior idade. Porém para a atuação como alpinista exige-se além do certificado do IRATA - que é válido em 72 países - a qualificação em algum curso técnico, no mínimo. “Com a exigência das empresas pela qualificação profissional para trabalhar é preciso ser um soldador, inspetor de equipamentos e ter a certificação internacional de alpinista”, explica o coordenador Peixoto. A certificação atualmente tem três níveis de atuação. Para mudar de nível é necessário um ano de certificação mais mil horas de experiência, e é necessário fazer um curso de atualização. Fonte: Nicomex Notícias Publicação: 06/12/2009

Palavras-chave: Alpinismo Industrial, Limpeza De Fachada, Limpeza De Fachadas, LIMPEZA DE PASTILHAS, Limpeza De Vidros, Limpeza Em Geral, Limpeza Pós Obra, Manutenção Predial, Pintura De Fachadas, Pintura Predial, Terceirização De Mão De Obra

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