Escova Cosmiátrica SEM FORMOL Blow

Escova Cosmiátrica SEM FORMOL Blow de ALISAMENTO PROGRESSIVO

Por: ALISAMENTO PROGRESSIVO  02/03/2011
Palavras-chave: Festa De Casamento, aniversário de 15 anos, Cosméticos

 Bem classificado no ranking dos serviços mais pedidos nos salões, o alisamento é um assunto que rende. Das tradicionalíssimas escovas, todas a base principalmente de formol ou de outro “deídos” à invasão de uma pílula que interfere no gene trichohyalin, responsável pelo liso ou encarolado do cabelo, parece que não a mais o que inventar para alisar cabelo. Mas de todas as técnicas que surgiram para dar aquela alisadinha nos cabelos, nada foi mais comentado do que o uso do formol. Tanto que, como a legislação limita sua concentração em 0,2% - que tem apenas função de conservante e não de alisante, por conta dos riscos que pode oferecer a saúde dos profissionais cabeleireiros, principalmente, muitas empresas saíram em busca de ativos que satisfizessem o desejo das clientes por um cabelo mais liso ou com redução do volume e frizz , mas de forma segura, sem odor desagradável e de preferência que tratassem os fios. Atualmente, dois ativos que são velhos conhecidos da indústria farmacêutica, vem despertando o interesse dos fabricantes de cosméticos, para incrementar suas fórmulas alisantes: o ácido glioxílico e as oxoacetamidas de carbocisteína. Ambos podem ser misturados, mas exercem funções diferentes quando aplicados na fibra capilar. O primeiro mexe com a estrutura do fio, permitindo que ele seja modelado.

 
Ácido Glioxílico – raio x
O ácido glioxílico ou ácido formilfórmico é um ácido orgânico de fórmula OHC-COOH, e é mais simples dos ácidos- aldeídos. Consiste numa forma modificada do ciclo dos ácidos tri carboxílica que ocorre na maioria das plantas e microorganismos, mas não são animais superiores. Este acido libera substancias (aldeídos) que promovem a quebra das pontes de cistina. Por ter um pH alto, quando aplicado no cabelo, dilata as cutículas, permitindo assim a entrada do ativo alisante, para que ele possa agir no interior do fio, ou seja, no córtex. Lá, rompe boa parte das pontes de enxofre, que ficam entre dois aminoácidos chamados de cistina, um dos 18 aminoácidos que formam a fibra capilar e é responsável por sua resistência e forma. Segundo Patrícia Morais, gerente de marketing técnico da Pic, fornecedora da matéria prima acido glioxílico, este ativo oferece variação no seu poder de alisamento conforme a quantidade utilizada. Pode ser usado em concentração de 1% a 20% e o resultado também depende do cabelo.
 
Dois pontos chamam a atenção. Primeiro é que o procedimento de redução de volume com estes ativos apresentam pH bem ácidos, entre 1 e 1,5 para ácido glioxílico(após a manipulação feita pelos laboratórios) e entre 1,5 e 2,0 para as formulações com carbocisteína.
 
Quanto a aprovação pela ANVISA, os dois ativos são liberados como produtos de grau 1, ou seja, cosméticos destinados a proteção e tratamento dos fios, e que levam a denominação de shampoo, condicionador, ou defrizante. Para que possam adquirir a classificação de grau 2 (os que tem capacidade de transformar a estrutura capilar), muitas pesquisas ainda precisam ser feitas.
NOVA FÓRMULA , desenvolvida para melhor resultado e sem causar danos a saúde.
 
Sem contra- indicações, pode ser aplicada em crianças e gestantes.

Palavras-chave: alisamento, aniversário de 15 anos, Cosméticos, Dia Da Noiva, dicas de beleza, escova definitiva, escova inteligente, Escova Progressiva, Festa De Casamento, Festa De Debutante, Produtos De Beleza, Salão De Beleza