videoconferencia hd e audioconferencia

videoconferencia hd e audioconferencia de PONTOCOM TECNOLOGIAS

Por: PONTOCOM TECNOLOGIAS  02/04/2011
Palavras-chave: cabos, Projetor, construtoras

Por que é importante contar com uma boa assessoria especializada na hora de montar seu home theater Encontrar um profissional de áudio e vídeo para projetar o espaço que você tem na sua casa pode parecer um grande desafio. Afinal, estamos falando de equipamentos eletrônicos, e isso pode assustar algumas pessoas. Mas contratar um projetista ou instalador não é diferente, por exemplo, de contratar um arquiteto para construir (ou reformar) sua casa. O fator mais importante a ser considerado é a experiência. Você deve querer alguém em que possa confiar, e que não vá deixá-lo “na mão” no meio do caminho.

Não é preciso ficar com medo: todo verdadeiro profissional sabe a importância de manter um bom relacionamento com seu cliente desde o início do trabalho. Se seu instalador demonstra uma certa arrogância, nem perca seu tempo: o relacionamento só tende a piorar. Um profissional experiente e que realmente conhece o que faz irá tentar deixar você relaxado e confortável, não “fazer sua cabeça”. Se, como é comum, você demonstrar falta de conhecimento técnico, ele terá boa vontade e até entusiasmo em lhe ensinar. Parte do trabalho dele é justamente ajudá-lo a entender as opções disponíveis que melhor atendam suas necessidades e seu orçamento.

Antes de começar a procurar um instalador, faça a você mesmo algumas perguntas:
* Você quer contratar a melhor empresa de projetos do mercado, capaz de projetar e executar todo o trabalho com responsabilidade do começo ao fim?
* Você deseja que essa empresa desenhe o projeto, escolha e forneça os equipamentos, cuide da documentação necessária e faça a intermediação com outros prestadores de serviço (o arquiteto e o pessoal do móvel, por exemplo)?

Bem, talvez você dê preferência a quem tem o melhor preço, ou a solução mais econômica. Mas preste atenção: é preciso entender as diferenças entre sistemas “simples” (que não necessariamente são os mais fáceis de operar, nem aqueles que podem ser aperfeiçoados mais tarde) e sistemas “caros”. Às vezes, o sistema mais simples de usar é justamente o mais dispendioso para comprar e instalar. Na maioria dos casos, vale um velho ditado: “paga-se pelo que se recebe”.

As regras que vêm nos próximos parágrafos devem ajudar você nessa pesquisa para encontrar o profissional mais qualificado, com quem você terá um relacionamento de longo prazo, e não apenas pelo tempo que durar a instalação. Como em todo trabalho, é importante haver uma sintonia entre o cliente e o instalador. Bem diferente de comprar os aparelhos, mandar entregá-los em casa e deixar que as ligações sejam feitas por alguém que você nunca mais irá ver. Se você escolher bem, seu instalador estará ao seu lado por muitos anos.
 
 

  Infelizmente, não são muitos os usuários que pedem referências antes de contratar um projetista. O certo seria contar com pelo menos TRÊS delas, tomando cuidado que não sejam parentes ou “amigos” do profissional indicado. Verifique exatamente do que essas pessoas estão falando. É importante que tenham sistemas parecidos com aquele que você imagina para sua casa. De pouco adianta indicar um expert em automação se tudo que você quer é um sistema básico com TV, receiver e caixas acústicas. Procure pessoas em quem você confia que já contrataram esse tipo de serviço e faça a elas perguntas como estas: Você consegue operar seu equipamento com facilidade? O instalador foi atencioso com suas solicitações? Cumpriu os prazos combinados? Conseguiu prevenir ou corrigir com habilidade os problemas que surgiram? Deu boas idéias e soluções? Você o recomendaria para algum amigo ou cliente? Se tivesse que fazer tudo de novo, você faria diferente?

Para obter boas referências, recomendo consultar arquitetos, decoradores e fabricantes de móveis, se possível. Não importa que você não pretenda contratar nenhum deles, a capacidade do instalador trabalhar com um bom profissional desse tipo já é uma boa indicação da sua competência.
 
     
Se uma imagem vale mil palavras, uma visita à empresa do instalador, incluindo seu show-room, pode valer milhares de dólares. Uma simples olhada no aspecto de seu escritório já dá uma boa idéia de como ele trabalha. Claro que nem todo projetista possui um grande espaço para demonstrações. O objetivo da visita deve ser checar se a empresa é bem cuidada e realmente dedicada ao seu negócio, se os funcionários entendem do que fazem, pois muito provavelmente é com eles que você terá que tratar depois. Confie nos seus instintos. Telefone para a empresa e peça informações. O atendimento é feito por “alguém” ou por uma secretária eletrônica? E, neste caso, a ligação foi retornada rapidamente? Será que vai ser fácil localizar o instalador, ou as pessoas que trabalham com ele, quando você estiver precisando?

Não se deve escolher um profissional de instalação baseado (apenas) nos produtos que ele revende, ou que mantém em demonstração. Verifique sua linha completa, a variedade de marcas e modelos, e procure saber por que ele trabalha com aqueles fornecedores especificamente. As respostas podem ser reveladoras. Fique atento se uma delas for: “Não tenho essa marca em estoque, mas posso conseguir se você quiser”. Note que a maioria dos fabricantes e distribuidores escolhe cuidadosamente seus revendedores. Por isso, tenha certeza de que o seu é autorizado a vender os produtos apresentados, porque se houver necessidade de assistência técnica você não vai querer cuidar sozinho do problema; o instalador é que deverá lhe dar apoio nesse caso, não só consertando o aparelho (ou encaminhando-o para oficina de confiança) mas em muitos casos substituindo temporariamente, se necessário.
Outro ponto fundamental em relação aos revendedores é a questão do preço. Um instalador não tem como manter em sua loja todas as marcas existentes no mercado (ao contrário dos grandes magazines), mas sim selecionar determinados fabricantes e/ou distribuidores baseado em suas preferências pessoas. Isso inclui toda a prestação de serviços, como disponibilidade do produto na região, suporte técnico, garantia e, também, preços competitivos. Isso às vezes custa mais caro, mas em compensação é bem mais seguro.

  Verdadeiras empresas de home theater não fazem simplesmente a “instalação”. Primeiro, identificam as necessidades e expectativas do cliente. Depois, identificam seus problemas e limitações. Precisam verificar a rede elétrica da residência, depois planejar o sistema de áudio e vídeo, sugerir marcas e modelos, apresentar cotações e orçamentos. Às vezes, esses procedimentos precisam ser repetidos para se adequar ao dinheiro disponível, e isso pode levar muito tempo. Mas um profissional experiente terá sempre mais facilidade para oferecer uma boa proposta em tempo mais curto. Alguém que possua extenso conhecimento de marcas e tecnologias, que saiba aquilo que pode tornar-se obsoleto em um ano ou dois, pode ajudá-lo a economizar um bom dinheiro – e boas dores de cabeça.

Por tudo isso, é importante contratar um projetista ou instalador que já tenha feito esse trabalho muitas vezes antes, de preferência que seja bem “educado”, no sentido de fazer cursos e se aperfeiçoar continuamente. Nos EUA, a CEDIA (Custom Electronics Design & Installation Association) organiza regularmente seminários e cursos técnicos com o objetivo de preparar melhor os profissionais do mercado. São cursos que cobrem todas as áreas do home theater, da acústica ao cabeamento, passando por automação, novas tecnologias etc. No Brasil, esse trabalho deve ter início este ano, através da Associação Brasileira das Empresas de Áudio e Vídeo (CEDIA Brasil). Sugiro que você sempre pergunte ao seu futuro projetista se é membro da CEDIA e se tem o hábito de participar de seus cursos, ou mesmo dos treinamentos oferecidos por alguns fabricantes e distribuidores. Não quero dizer que só quem faz esses cursos possa ser um bom profissional, mas já é um bom começo.

É incrível a quantidade de pessoas que do dia para a noite transformam-se em “experts” nesse mercado. E experts em assuntos tão diferentes como os que envolvem a tecnologia de home theater: acústica, projetores, sistemas digitais, automação, controles de iluminação. Muitas vezes, são profissionais com boa experiência em áreas como som para carros, locação de filmes, sistemas de telefonia ou de segurança. Procure entrevistar a pessoa antes de contratá-la: qual seria o seu background técnico? Como e por que interessou-se por home theater? Onde trabalhava antes? Qual é a sua visão sobre as novas tecnologias e os avanços que virão nos próximos anos? Não precisa intimidar o instalador, mas também não deixe de fazer as perguntas que você julga importantes.

Quando se trata de home theater, nada é pior do que saber “um pouquinho”. Acredite: neste negócio, onde as tecnologias evoluem tão rapidamente, todos nós – mesmo os mais experientes – estamos aprendendo o tempo todo. Verifique se o seu instalador não está aprendendo às suas custas!
 


· Verifique se a empresa é devidamente registrada.
· Solicite todos os orçamentos por escrito, com preços e taxas especificadas claramente.
· Ao comparar orçamentos diferentes, preste atenção: não existem dois sistemas absolutamente iguais. Procure entender para que serve cada item.
· Nunca diga a um instalador qual foi o orçamento do outro. Se ele decidir baixar sua proposta – pode acreditar – você irá pagar a diferença em algum outro ponto, seja no equipamento, no prazo ou no serviço.
· Desconfie do orçamento “mais baixo”. Você está comprando um pacote, que inclui aparelhos, acessórios, mão-de-obra, suporte pós-venda etc. Preço menor não significa proposta melhor.
· Certifique-se das responsabilidades que o profissional assume. Esclareça se o orçamento inclui, por exemplo, pré-cabeamento, documentação, quebras de parede, diagramas, o tempo gasto em reuniões, seguros etc.
· Exija um relatório detalhado de todos os aparelhos utilizados, com marcas e modelos especificados. E não aceite produtos de segunda mão, ou que não tenham garantia por escrito do fabricante.

* Mitchell Klein foi presidente da CEDIA até 1999 e é proprietário da empresa Media Systems, de Boston (EUA), especializada em projetos de áudio, vídeo e automação

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