MINISTERIO DO TRABALHO - DETETIVE PROFISSIONAL

MINISTERIO DO TRABALHO - DETETIVE PROFISSIONAL de Federação Regional dos Detetives do Estado de Minas Gerais

Por: Federação Regional dos Detetives do Estado de Minas Gerais  07/11/2012
Palavras-chave: Direito Civil, Detetives, investigação conjugal

A profissão de investigação particular (detetive particular) é regida pela Lei Federal 3099/57 e pelo Decreto Federal 50532/61. Abaixo encontra-se a íntegra que rege essa profissão. LEI N.º 3.099 - DE 24 DE FEVEREIRO DE 1957. Determina as condições para o funcionamento de estabelecimento de informações reservadas ou confidenciais, comerciais ou particulares. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Art. 1.º Os estabelecimentos de informações reservadas ou confidenciais, comerciais ou particulares, só poderão funcionar depois de registrados nas Juntas Comerciais dos seus Estados ou Territórios, com observância de todas as formalidades legais. Art. 2.º As informações serão sempre prestadas por escrito em papel que contenha impressos o nome do estabelecimento, o da sociedade e, por extenso, o de um gerente ou diretor, pelo menos. Art. 3.º A observância das disposições contidas nesta lei não exime os interessados do cumprimento de quaisquer outras exigências legais. Art. 4.º Os estabelecimentos, já em funcionamento, terão o prazo improrrogável de 90 (noventa) dias para regularizar sua situação. Art. 5.º Os estabelecimentos autorizados a funcionar fornecerão à Polícia (à Superintendência da Ordem Política e Social e à Chefia do Departamento de Investigações, onde existirem), todas as informações que lhes forem solicitadas. Art. 6.º Revogam-se as disposições em contrário. Rio de Janeiro, em 24 de fevereiro de 1957; 136.º da Independência e 69.º da República. Juscelino Kubitschek Nereu Ramos Parsifal Barroso. DECRETO FEDERAL N.º 50.532 - DE 3 DE MAIO DE 1961. Dispõe sobre o funcionamento das empresas de que trata a Lei número 3.099, de 24 de fevereiro de 1957. O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 37, inciso I, da Constituição, decreta: Art. 1º. As empresas de informações reservadas ou confidenciais, comerciais ou particulares, de que trata a Lei n.º 3.099, de 24 de fevereiro de 1957, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas, só poderão funcionar depois de registradas ao Registro do Comércio e na repartição Policial do local em que operem. PARÁGRAFO ÚNICO. No Distrito Federal, o registro policial, sempre a título precário, será feito na Divisão de Polícia Política e Social do Departamento Federal de Segurança Pública e, nos Estados e Territórios, em Repartição congêneres das Secretarias ou Departamentos de Segurança Pública. Art. 2º. Para obtenção de registro Policial apresentarão as empresas os seguintes documentos: a) Certidão do registro comercial, contendo o inteiro teor da declaração da firma, ou contrato social; b) Folha corrida dos dirigentes da empresa e dos seus auxiliares, a qualquer título, que trabalhem nas investigações. PARÁGRAFO ÚNICO. Qualquer modificação do registro comercial, bem como a admissão ou dispensa de auxiliares, devem ser comunicadas, no prazo de 48 horas, à Repartição a que se refere o parágrafo único do artigo anterior. Art. 3º. É vedada às empresas de que trata o presente regulamento a prática de quaisquer atos ou serviços estranhos à sua finalidade e os que são privativos das autoridades policiais, e deverão exercer sua atividade abstendo-se de atender contra a inviolabilidade ou recato dos lares, a vida privada ou a boa fama das pessoas. Art. 4º. As informações serão sempre prestadas por escrito, em papel que contenha impresso o nome da empresa e, por extenso, o de um gerente ou diretor, pelo menos. Art. 5º. Cumpre às empresas fornecer às autoridades Policiais cópias das informações fornecidas aos seus clientes e que lhes forem requisitadas, prestando, também as informações por elas solicitadas. Art. 6º. As empresas que já se encontram em funcionamento terão o prazo de noventa dias, a contar da publicação deste decreto, para satisfazer as suas exigências. Art. 7º. A inobservância do presente decreto sujeita as empresas a pena de suspensão de funcionamento, de um a seis meses, imposta pelo dirigente da Repartição a que se refere o parágrafo único do art. 1º. Art. 8º. Mediante representação das autoridades federais ou estaduais, poderá o Ministro da Justiça e Negócios Interiores cassar a autorização de funcionamento das empresas a que se refere este decreto. Art. 9º. Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. BRASÍLIA, EM 3 DE MAIO DE 1961; 140º DA INDEPENDÊNCIA E 73º DA REPÚBLICA. JÂNIO QUADROS ARTHUR BERNARDES FILHO OSCAR PEDROSO HORTA.

Palavras-chave: Agencia De Detetives, Apoio: SINDPOL/MG, criminologia, Cursos para Detetives, Detectives Privados, Detetives, Direito Civil, Direitos Humanos, Federação dos Detetives, investigação conjugal, Investigadores, Operacional, Polícia , Segurança, Peritos, Criminologia, Direitos Humanos,, Serviço Secreto,

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07/11/2012

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O Espião faz a proteção para que conversas ao telefone não sejam interceptadas, para que reuniões não sejam gravadas e para que informações sigilosas da sua empresa não sejam usadas de modo incorreto. Localização de Pessoas: Consiste em localizar um parente desaparecido e/ou uma pessoa que por quaisquer motivos tenha o interesse em manter-se no anonimato. Casos Conjugais: Colhimento de provas lícitas de um possível envolvimento extra-conjugal. Consiste em realizar seguimento do (a) investi