SINDJA NO SENAC

Por: Sindicato Nacional dos Juizes Arbittrais do Brasil  06/07/2011
Palavras-chave: advogados, Departamento Pessoal, sindicato

O SINDJA realizou em Maio 2011 curso junto ao SENAC -MA quando muito mais divulgou e sedimentou a Arbitragem em São Luís,terra natal do presidente do sindicato.

O frisson causado desde 2010 com a sentença ddo presidente do SINDJA expropriando um navio e no ano seguinte realizanddo curso dentro de uma instituição respeitada como SENAC,levou algunns setores da advocacia ludovicense a movimentar-se e buscar fazer realizar na Câmara de Vereadores de São luís uma " Audiência Pública Sobre a utilização da Arbitragem na Solução Extrajudicial de conflitos em São Luís". Para o SINDJA, a realização dessa audiência foi o sinal de que, de fato,cumpriu seu papel de dizer " Acorda Maranhão" , comp determina seu objetivo social quanto à Arbitragem: Gerar a cultura do Uso da Arbitragem pela Sociedade.

 A repercurssão da expropriação do navio estrangeiro em 2010 e o curso no SENAC em 2011 foi o estopim, o toque de alvorada aos maranhenses em relação ao uso da arbitragem.

Mais ainda: pelas razões acima expostas o SINDJA foi contatado por vários setores da cidade de Marabá/PA onde desde o ano passado-2010- tramita um processo no cartório criminal federal daquela cidade,cujo processo foi movido pelo Ministério Público contra um homem residente em Taguatinga/DF e que lá se apresentou vendendo carteiras e diplomas de juiz arbitral ostentando brasão da república e outras práticas condenadas pelo SINDJA porque são ilegais.Desde o início de tais " artes" pelo individuo réu naquele processo que o SINDJA foi contatado pelo TRF de Marabá para obter informações sobre a tal pessoa e seu " tribunal".Obviamente o SINDJA informou o óbvio: Não é associado ao sindicato e a instituição citada é desconhecida do SINDJA.Mais ainda, o SINDJA prestou totais esclarecimentos ao TRFde Marabá com o intuíto,mesmo, de levar o indiciado à punição porque o SINDJA não compactua com esse tipo de mercatilismo criminoso da Arbitragem.

tendo o fato e o processo se tornado público e alguem lido em jornal do Maranhão que o SINDJA estava realizando curso no SENAC-MA, imediatamente foi contactado por grupos interessados em receberem treinamento adequado ao exercício da funções de juiz arbitral e neste momento está sendo preparada uma turma que se submeterá ao Exame de Proficiência em Mediação,Conciliação e Arbitragem no estado do Pará. Acrescente-se:em razão da existência do processo judicial contra o mau elemento que foi a Marbá vender carteiras e diplomas de juiz arbitral, o presidente do SINDJA foi entrevistado ao telefone, ao vivo, por uma rádio local de Marabá, o que gerou mais discussões sobre a arbitragem naquela região, a qual vinha sofrendo de um certo monopólio que o SINDJA iniciou um trabalho para extirpar tal prática monopolista.Aléem da entrevista concedida ao vivo através da rádio paraense o presidente do SINDJA determinou à assessoria de imprensa do sindicato que remetesse " press release" ao jornal de maior penetração na região, o Correio Tocantins que publicou matéria conforme o release recebido.Isto é o SINDJA vencendo barreiras e fronteiras!

 

Palavras-chave: Administradores, advogados, Departamento Pessoal, dissidio, Juiz Arbitral, poder judiciario, sindicato,

Contatar Sindicato Nacional dos Juizes Arbittrais do Brasil

Email

Imprimir esta Página

Outras notícias e atualizações da Sindicato Nacional dos Juizes Arbittrais do Brasil

01/06/2011

Sentença sobre Navio

A sentença arbitral sobre o caso do navio Seagull 7 tornou-se pública por dois motivos: o caso ja era de